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Jogador chama atenção no sub-20 do Atlético-MG

Isaque, zagueiro que destaca-se no sub-20 do Atlético-MG, morou em Matão

“Sou do interior de São Paulo, de uma cidade que se chama Matão. Comecei a jogar bola com 10 anos, fiz teste em alguns clubes grandes de São Paulo. Com 13 para 14 anos eu fiz teste no Novorizontino e passei. Fiquei lá um ano e meio, alguns captadores do Atlético me viram jogar lá e fizeram o convite para vir para o Atlético. Eu tinha de 15 para 16 anos. Isso foi no meio de 2016”, disse o zagueiro Isaque Storoli Gavioli, de 17 anos, em entrevista ao GloboEsporte.com.
Isaque nasceu em Ibirá (SP) e em 2006 veio morar em Matão com a família, pois o pai, Marcelo Ricardo Gavioli, veio trabalhar em uma indústria de suco. Aqui frequentou a Associação Esportiva Fantick. Foi para o Novorizontino, clube do interior de São Paulo em 2014. A mãe de Isaque é a autônoma Eliane Storoli Gavioli. O jogador tem uma irmã, a arquiteta Tábata Gavioli Pires, que mora em Matão. Os pais mudaram-se para Belo Horizonte em 2017. “Eu e minha esposa mudamos para ficar junto com ele, para dar essa estrutura familiar, para que ele sinta segurança e trabalhe com mais tranquilidade e paz”, diz Marcelo, que é autônomo.
Isaque integra a equipe sub-20 do Atlético, que estreou na Copa São Paulo de Futebol Júnior no dia 3 de janeiro em busca do quarto título do clube na competição. O time venceu o primeiro jogo contra o Aquidauanense-MS por 2 a 0 e ganhou de 5 a 1 do Jacobina-BA no último domingo (6), na segunda rodada da competição. Apenas um empate com o Água Santa-SP nesta quinta-feira (10) garante ao Atlético-MG a classificação para a segunda fase. O jogador vai completar 18 anos no dia 16 de abril de 2019. Chegou ao Atlético em 2016. A evolução no Galo é rápida: chegou ainda no sub-15, rapidamente subiu para o sub-17, conquistou a titularidade, a faixa de capitão e, após se destacar na categoria, assumiu a titularidade do time sub-20.
Ele falou como avalia sua rápida ascensão na base do Galo e sobre a ansiedade para chegar ao profissional. “Essa ascensão que eu tive pro sub-20 foi fruto de um trabalho. Toda a equipe do sub-17 que a gente tem, que agora é sub-20, é uma equipe boa, de qualidade. Pude me destacar com a ajuda de todo mundo. Todo mundo estava unido, juntos pelas mesmas ideias. Isso foi com o tempo, com os jogos, isso fez eu conseguir essa ascensão pro sub-20. Ansiedade sempre tem, de estar numa categoria acima. Importante é ter foco, porque a ansiedade é comum, mas se você mantiver o foco, trabalhar firme, tudo isso passa com a confiança dos companheiros, a confiança do grupo e da comissão. A gente sempre sonha com o profissional, sempre tem expectativa, é nosso sonho desde que a gente começa. Mas sei que não posso pular etapas. Estou cumprindo todas as etapas no Atlético, me dedicando e batalhando para que as coisas aconteçam naturalmente.”
É um zagueiro alto (1,90m), com boa saída de bola, forte e que se destaca no Galinho. O clube cuida do jogador com atenção e entende que é um daqueles com potencial para “vingar” no time de cima. Além da qualidade em campo, o defensor apresenta um perfil de liderança.
“Esse perfil de liderança eu sempre tive. No Novorizontino eu já era o capitão. É uma coisa que eu gosto. Gosto de ser líder, de representar uma equipe, um grupo. Acho isso muito importante, é uma responsabilidade maior. Pra ser capitão de uma equipe, você tem que ter a confiança da comissão e dos atletas. Gosto muito disso, me sinto bem. Sempre que puder ajudar, como capitão ou não, vou procurar ajudar com essa liderança.”

• Natali Galvão

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