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Trabalhos contra a dengue são intensificados na cidade

Um alto nível de larvas foram encontradas em diversos locais do município

 

Mais uma vez a dengue volta a ser uma possível ameaça para a cidade. E, para que Matão não enfrente uma epidemia da doença, a última foi em 2016, com 2.166 casos confirmados, o Departamento Municipal de Controle de Vetores, vinculado à Secretaria de Saúde, está ampliando seus trabalhos com o intuito de evitar a proliferação de larvas do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. Lembrando que ele também é o transmissor da Chikungunya, Zika e Febre Amarela.
Um alto índice de larvas foi encontrado neste primeiro semestre no município, e locais como piscinas, que são pouco utilizadas nesta época do ano, entre o outono e o inverno, são propícios para a proliferação destas larvas, além claro, dos demais lugares como vasos de plantas, garrafas pet, pneus, recicláveis, entre outros.
Na Análise de Densidade Larvária (ADL) realizada na primeira quinzena de março, foi registrado um índice de 1,6%, este valor é a média matonense, o que é considerado preocupante e coloca a cidade em situação de alarme. O Ministério da Saúde considera abaixo de 1% o índice satisfatório, de 1% a 3,9%, a situação já passa para estado de alerta, e, acima de 4% quer dizer que as chances de termos uma epidemia de dengue são muito altas.
Os bairros onde foram encontrados maiores números de larvas foram Las Lomas, Ballista, Cadioli, Aeroporto, Monte Carlo, Nova Cidade, Paraíso, Azul Ville, Imperador, Benassi e o Distrito Industrial ‘Adolpho Baldan’. Sendo que a ADL registrou um índice de 2,5% nos bairros Santa Cruz, Quarto Centenário e Buscardi, ou seja, as chances de uma possível epidemia são altas.
Por isso, além da intensificação das equipes do Controle de Vetores, pede-se a colaboração da população. “Pedimos para que as pessoas fiquem atentas aos locais onde é possível encontrar água parada, como vasos de plantas, pneus e até mesmo atrás da geladeira, estes lugares são propícios para a proliferação das larvas”, explica Cibele Sarubi, profissional IEC (Informação, Educação e Comunicação) do Controle de Vetores.
Para combater os criadouros do mosquito e evitar que a dengue volte a ser um problema para o município, o Controle de Vetores tem intensificado seus trabalhos, e até mesmo mais quatro agentes foram contratados. “Quatro vezes por semana estamos realizando os arrastões, temos o trabalho dos agentes casa a casa, e também em locais específicos como creches e escolas, além de pontos estratégicos como ferro velho, e há uma equipe responsável pelo recolhimento de pneus em borracharias e oficinas”, ressalta Cibele Sarubi.
Em casos confirmados de dengue a Vigilância Sanitária realiza o ‘bloqueio’, que é a procura e a eliminação dos criadouros do mosquito em um raio de pelo menos 100 metros da residência afetada, evitando que outras pessoas peguem a doença.
Na Análise de Densidade Larvária (ADL) realizada na primeira quinzena de março, foi registrado um índice de 1,6%, o que é considerado preocupante e coloca a cidade em situação de alarme. O Ministério da Saúde considera abaixo de 1% o índice satisfatório, de 1% a 3,9%, a situação já passa para estado de alerta, e, acima de 4% quer dizer que as chances de termos uma epidemia de dengue são muito altas.
Os bairros onde foram encontrados maiores números de larvas foram o Quarto Centenário, Las Lomas, Ballista, Cadioli, Santa Cruz e Buscardi, Aeroporto, Monte Carlo, Nova Cidade, Paraíso, Azul Ville, Imperador, Benassi e o Distrito Industrial ‘Adolpho Baldan’. Sendo que a ADL registrou um índice de 2,5% nestes locais, ou seja, as chances de uma possível epidemias são altas.
Até agora foi registrado apenas um caso de dengue confirmado no município, em janeiro, e quatro casos ainda estão em análise. A equipe do Controle de Vetores ressalta que o ciclo de vida do Aedes aegypiti, do ovo até a fase adulta, leva de sete a dez dias. Portanto, com a intensificação da fiscalização sendo feita uma vez por semana, é possível interromper esse processo e eliminar os criadouros.
Em casos de suspeita de dengue, através da notificação, é possível que a Vigilância Sanitária, através dos seus agentes realize o ‘bloqueio’, que é a procura e a eliminação dos criadouros do mosquito em um raio de pelo menos 100 metros da residência afetada, evitando que outras pessoas peguem a doença.
Se suspeitar que você está com dengue, procure o Posto de Saúde ou a Unidade de Saúde da Família, mais próximo da sua casa, e notifique. Mesmo se você foi atendido em consultório médico, particular ou de convênio, e foi diagnosticado com a doença, não deixe de fazer a notificação nos departamentos responsáveis, é uma medida indispensávelpara eliminarmos a dengue de vez da cidade.

 

  • Renata Bottura

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